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Paula de Castro – Radioagência Nacional 24/04/2013
Médicos de todo país suspendem atendimento a planos de saúde nesta quinta-feira

A categoria protesta contra os abusos praticados pela operadoras. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse que a paralisação não pode prejudicar a população

ouça aqui a entrevista do Ministro >>>>>

 

Assembleia avaliou proposta do governo para os administrativos insuficiente

 

Em assembleia ontem, 12/08, os trabalhadores da saúde debateram a proposta anunciada ontem pelo governo do estado e deliberaram a continuidade do estado de greve.

A proposta inclui a reestruturação dos cargos e salários da saúde (LC 674/92), com aumentos de 13% a 19% sobre a remuneração total, e um reajuste de 7% sobre a remuneração total mais parte de um prêmio para os administrativos da saúde (LC 1.080/08).

Os trabalhadores avaliaram positivos os avanços conseguidos com a mobilização da categoria, porém querem mais informações sobre o prêmio divulgado para os administrativos da saúde e conhecer a íntegra do projeto de reestruturação da saúde que, segundo o governo, deve ser enviado em breve para votação na Assembleia Legislativa. Também querem o aumento do vale-refeição e a regulamentação da jornada de 30 horas para os administrativos da saúde.

A assembleia decidiu manter o estado de greve para garantir a implementação dos avanços negociados com o governo e conquistar aumento digno para os trabalhadores da área administrativa.

O governo aposta na divisão da categoria. Mas o SindSaúde-SP lutará para manter todos juntos. “Não haverá divisão na saúde!”, finalizou o presidente do SindSaúde-SP, Benedito Augusto de Oliveira.

Confira a proposta do governo para a saúde

Proposta do governo para saúde.pdf

Governador do DF diz que momento da Saúde não é ‘de fazer greve’

Do G1 DF

Servidores da saúde do DF deflaram greve geral a partir desta segunda (Foto: (Foto: G1 DF))Servidores da saúde do DF em assembleia nesta
segunda (Foto: G1)

No fim da tarde desta segunda-feira (27), o governador Agnelo Queiroz divulgou nota sobre a greve por tempo indeterminado anunciada nesta segunda-feira (27) pelos servidores da rede pública de saúde do Distrito Federal. No texto, o governador diz que todas as reivindicações dos servidores da saúde foram atendidas, com exceção de um adiantamento salarial, que já estaria previsto para setembro.

O Sindicato dos Empregados em Estabelecimento de Saúde do Distrito Federal reivindica a incorporação imediata e total da gratificação por Apoio Técnico Administrativo (Gata), o reajuste do auxílio alimentação de R$ 199 para R$ 304, repasse do reajuste do Fundo Constitucional, redução da carga horária para 20 horas semanais e implantação do plano de carreira e de saúde. Cerca de 80% do quadro de servidores da Secretaria de Saúde do Distrito Federal é representado pelo sindicato.

Ainda na nota, o governador disse que “não vê razões para a greve” e que é necessária “a união de todos para tirar a saúde da crise em que se encontra”. O governador diz ainda esperar que os servidores não prolonguem a greve.

Veja a íntegra da nota
“O governador Agnelo Queiroz reafirmou o compromisso de implementar políticas de valorização dos funcionários da área de saúde. Destacou que o momento é de reconstrução da saúde pública do DF e não de fazer greve. Ele diz que é preciso a união de todos para tirar a saúde da crise em que se encontra, resultado do sucateamento e descaso de governos anteriores, e não vê razões para a greve, já que todas as reivindicações da categoria foram atendidas, com exceção de um adiantamento que já está previsto para o mês de setembro. Sendo assim, Agnelo espera contar com a sensibilidade dos servidores para que não prolonguem esse movimento.”

Para dirigente, proposta do governo representou

“um passo, mas muito capenga”

Por: Leticia Cruz, Rede Brasil Atual

São Paulo – Servidores estaduais da saúde de São Paulo decidiram, em assembleia nesta sexta-feira (17), voltar ao trabalho após 48 horas de paralisação, mas se mantêm em estado de greve. Proposta do secretário Giovanni Cerri, sobre reestruturação do plano de carreira da área técnica, foi considerada “evasiva” pelos dirigentes do Sindicato dos Trabalhadores Públicos da Saúde no Estado (SindSaúde-SP) por não incluir a área administrativa nem apresentar índices de reajuste para os servidores, que pedem 26% de aumento.

O documento do governo estadual sustenta que a intenção da Secretaria da Saúde, após a mesa de negociação, é revisar, no segundo semestre, o plano de carreira da área técnica e a lei complementar que abrange o setor, convocando os representantes da categoria para reunião na próxima terça-feira (21). Caso o projeto de lei seja aprovado pelos trabalhadores, será encaminhado para a Assembleia Legislativa.

A estratégia definida em assembleia leva em conta o recesso da Assembleia em julho, que impediria o projeto de ser aprovado. A proposta foi considerada uma manobra do governo para adiar qualquer avanço. Se for necessário esperar até agosto, seria mais de um mês de mobilização, o que dificultaria a unidade do movimento grevista. Por isso, uma assembleia foi convocada apenas para 1º de julho, para debater possíveis progressos da campanha.

O presidente do SindSaúde, Benedito Augusto da Silva, ponderou que, mesmo em estado de greve, o calendário de luta continua em assembleias no local de trabalho. “Aqui ninguém é tonto para acreditar em nada. Foi dado um passo, mas muito capenga ainda”, disse o dirigente. Silva garantiu que, na próxima reunião, irá avaliar os detalhes do projeto do governo e cobrar atenção aos funcionários administrativos. “A gente não quer só reestruturação, quer índice de aumento.”

Segundo a organização, cerca de 600 funcionários do Hospital das Clínicas, Emílio Ribas, Centro de Referência da Saúde da Mulher, Darcy Vargas, Hospital do Mandaqui e de Heliópolis – além de caravanas de servidores de hospitais de Bauru, Sorocaba, Lins, Assis e Presidente Prudente – compareceram ao local e realizaram passeata após a assembleia.

Eles reivindicam, além do reajuste e da reestruturação do plano de carreira, aumento no vale-refeição, redefinição para o prêmio de incentivo, extinção da política de bônus, proteção à saúde do trabalhador, licença-maternidade de 180 dias para todos os regimes de contratação, entre outros. A data-base da categoria é 1º de março.

Carta Aberta à População

 

Por SINDSAÚDE-SP

Os trabalhadores estaduais da saúde decidiram em assembleia geral no dia 3 de junho paralisar suas atividades nos dias 15 e 16 de junho para protestar contra o descaso do governo do estado que até o momento não apresentou proposta de aumento salarial.

Para informar a paralisação aos usuários, os trabalhadores da saúde entregam uma carta aberta à população.

carta aberta

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